Não importava que ninguém pudesse ler, eu precisava apenas escrever e me sentir um escritor. Escolhi um texto conhecido de autor anônimo, ainda não estava preparado para criar e não tinha a necessidade de ser original; eu só precisava escrever. E escrevi.
Queria screver muito, apenas escrever e escrever. Escrevi sem parar, desesperado como uma tempestade. Escrevi até acabar a tinta e continuei. As folhas marcadas pela caneta vazia sulcavam as folhas seguintes. E as seguintes, as seguintes e todas as que vinham depois das seguintes, até o fim.
Obra concluída, admirei o texo, repetido e repetido:
"Eu sacudi, sacudi, sacudi, mas a formiguinha não parava de subir"..
Hahahah eu adorava essa musiquinha. Mas, brincadeiras a parte, me identifiquei. Tenho aumentado o meu interesse pela escrita e buscando melhorar sempre. Go, writers!
ResponderExcluire escreve, Allan, eu tbem encho papeis escrevendo escrevendo...no fim jogo fora, mas consigo escrever...
ResponderExcluirsabe gostei mutio, as vezes escrevendo com mta vontade sai otimas coisas!
e so continuar...
beijos
E as vezes é só o que precisamos, escrever, escrever, simplesmente por para fora...
ResponderExcluirtio,
ResponderExcluira do sapo cururu, tio. eu gosto daquela do sapo cururu.
sapo cururuuuuu
pedro luis
Foi assim com Carlos Drummond de Andrade: "Tinha uma pedra no meio do caminho/ No meio do caminho tinha uma pedra".
ResponderExcluirE quantas vezes não nos encontramos nesta situação? Inusitada foi a escolha do texto, rsrsrsr
ResponderExcluirComo é bom escrever. Poder expressar e transformar um papel em branco em algo belo.
ResponderExcluirBons fluidos.
Adoro escrever. Gostava muito de papel e caneta (nunca gostei de lápis), mas digitar é melhor. Acompanha melhor a velocidade do meu pensamento, por outro lado, a escrita te dá mais tempo de refletir, de caprichar.
ResponderExcluirKisu!