O post sobre como utilizar a cafeteira italiana é o texto que mais atrai leitores neste blog. Alguns blogs contribuíram na divulgação do post em questão com links, como a Cozinha do Mundo, o Rafael Galvão, o Jota Vídeos e o Blog da Momô. Sou muito grato a cada um deles e deixei isso claro na época em que li os respectivos posts. Se você também linkou e não está nesta lista, por favor me informe.
Semana passada um leitor me comunicou um outro link, o do Gif2U, que comercializa cafeteiras italianas. Trata-se de uma loja virtual com uma grande variedade de produtos. Como minhas experiências com os correios italianos foram sempre negativas, parei de comprar pela Internet. Claro que também não compraria uma cafeteira italiana de uma loja do Brasil, pois o que não falta aqui na Itália é cafeteira italiana para vender. Mas gostaria de saber a opinião de quem experimentou comprar na Gif2U.
Mais uma vez, muito obrigado aos que linkaram o post ou o blog. Isso aqui só não está às moscas pela divulgação de vocês. :)
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Post Scriptum
Muito obrigado também à Valérie Roberto, do blog Casa, à Gabi do blog The Woman in Me, à Walkiria do blog Walkiria Gastronomia, ao Subão, ao blog Cores da Praia, ao blog Sugestões de Escape, à Carolina do blog menu executivo e ao site Fenícios. :)
A Itália vista por um brasileiro. As diferenças culturais, descobertas e sabores, com uma pitada de bom humor (às vezes).
Monday, November 29, 2010
Wednesday, November 24, 2010
O dinheiro dos outros
Quando o esporte deixa de ser atividade de lazer e saúde para ser considerado espetáculo? Quando a prática passa de amadora para profissional; quando se recebe – ou se paga – para praticá-lo.
Pessoalmente considero o esporte profissional um nincho da indústria do entretenimento, assim como o cinema, por exemplo. E, desse ponto de vista, acho estranho quando alguém critica o salário dos jogadores de futebol, que é o esporte mais exposto na mídia ocidental. Se o atleta treina durante a semana, joga sob chuva, neve ou sol escaldante, de tarde ou de noite, nos fins de semana e feriados, atrai público e provoca emoções em milhões de pessoas, além de movimentar um volume de dinheiro considerável, por que ele deve ganhar um salário inferior a um piloto de Fórmula 1, ou um ator de tv ou cinema?
Como em qualquer profissão, existem os que sobressaem e os que carregam o piano durante toda a carreira profissional; poucos ganham salários milhonários e a maioria dos jogadores de futebol aspiram um dia fazer parte dessa seleta lista. Enquanto esse dia não chega, sobrevivem com salários que só não são piores por serem regulamentados pelas federações, mas que são próximos ao salário de um operário. Quem sobressai, em qualquer profissão, ganha melhor do que quem passa a vida com o piano nas costas. Quantas costureiras existem que ganham não mais de um salário Mínimo? No entanto, Giorgio Armani começou furando o dedo com agulhas. [Queria ver o velho Giorgio jogando de beque contra o Arapiraca.]
Não sou fanático por futebol nem advogado da classe – ou não teria tempo para escrever neste blog – mas acompanho e me divirto com o esporte. Gosto de outras modalidades e, quando estou em casa sem fazer nada, prefiro assistir a uma competição esportiva que filmes ou telejornais (estes sim, deveriam pagar pela audiência – os telejornais). Mas não abro mão de sair para ficar assistindo tv, exceção feita para a Copa do Mundo. “Futebol, o ópio do povo”. Do jeito que o mundo vai, às vezes acho que é melhor viver perenemente drogado. Então, deixemos os jogadores ricos ganharem os milhões deles sossegados. Enquanto for grátis, continuo assistindo; quando tiver que pagar, aumento a minha frequência no teatro. Vai ser difícil me acostumar a não ter replay, cervejinha gelada, bolinho de bacalhau e 25 câmeras flagrando cada lance de cada jogador, mas pelo menos não terei que ouvir o locutor de motociclismo perguntando como é que o piloto Valentino Rossi conseguiu correr as últimas corridas do campeonato de 2010, com a perna e o ombro triturados. Ou ele é muito ingênuo (hipócrata?) ou sou eu que tenho uma imaginação fértil demais para acreditar que o piloto estivesse sob efeito de fortes medicamentos.
Pessoalmente considero o esporte profissional um nincho da indústria do entretenimento, assim como o cinema, por exemplo. E, desse ponto de vista, acho estranho quando alguém critica o salário dos jogadores de futebol, que é o esporte mais exposto na mídia ocidental. Se o atleta treina durante a semana, joga sob chuva, neve ou sol escaldante, de tarde ou de noite, nos fins de semana e feriados, atrai público e provoca emoções em milhões de pessoas, além de movimentar um volume de dinheiro considerável, por que ele deve ganhar um salário inferior a um piloto de Fórmula 1, ou um ator de tv ou cinema?
Como em qualquer profissão, existem os que sobressaem e os que carregam o piano durante toda a carreira profissional; poucos ganham salários milhonários e a maioria dos jogadores de futebol aspiram um dia fazer parte dessa seleta lista. Enquanto esse dia não chega, sobrevivem com salários que só não são piores por serem regulamentados pelas federações, mas que são próximos ao salário de um operário. Quem sobressai, em qualquer profissão, ganha melhor do que quem passa a vida com o piano nas costas. Quantas costureiras existem que ganham não mais de um salário Mínimo? No entanto, Giorgio Armani começou furando o dedo com agulhas. [Queria ver o velho Giorgio jogando de beque contra o Arapiraca.]
Não sou fanático por futebol nem advogado da classe – ou não teria tempo para escrever neste blog – mas acompanho e me divirto com o esporte. Gosto de outras modalidades e, quando estou em casa sem fazer nada, prefiro assistir a uma competição esportiva que filmes ou telejornais (estes sim, deveriam pagar pela audiência – os telejornais). Mas não abro mão de sair para ficar assistindo tv, exceção feita para a Copa do Mundo. “Futebol, o ópio do povo”. Do jeito que o mundo vai, às vezes acho que é melhor viver perenemente drogado. Então, deixemos os jogadores ricos ganharem os milhões deles sossegados. Enquanto for grátis, continuo assistindo; quando tiver que pagar, aumento a minha frequência no teatro. Vai ser difícil me acostumar a não ter replay, cervejinha gelada, bolinho de bacalhau e 25 câmeras flagrando cada lance de cada jogador, mas pelo menos não terei que ouvir o locutor de motociclismo perguntando como é que o piloto Valentino Rossi conseguiu correr as últimas corridas do campeonato de 2010, com a perna e o ombro triturados. Ou ele é muito ingênuo (hipócrata?) ou sou eu que tenho uma imaginação fértil demais para acreditar que o piloto estivesse sob efeito de fortes medicamentos.
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cotidiano
Thursday, November 18, 2010
O Euro no fio da navalha
"A moeda que prometeu unificar economicamente a Europa parece desmanchar-se como um cubo de açúcar na chuva. Resistirá à crise econômica européia e aos ataques especulativos da ‘derrama’ do Dólar de Obama? E o Brasil com isso?"
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notícias
Sunday, November 14, 2010
Quando a linguagem é um vício cultural
Quem estudou ou se interessa por Filosofia, sabe que a Dialética é um método de diálogo em que a contradição e a contraposição de ideias leva a outras ideias, numa explicação bem simplificada. Conversando sobre a Dialética com minha filha acabamos mudando de assunto e lembrei que existe um hábito comportamental que me intriga e me provoca: o costume de dizer “não” como primeira resposta em qualquer debate ou solicitação. E os italianos são mestres nessa arte de contrapor qualquer ideia com a própria convicção, com o objetivo de levar à ideia do que eles consideram correto, justo ou verdadeiro.
Sempre preferi ser diplomático e ponderar sobre as ideias divergentes das minhas. Vez ou outra descubro-me equivocado ou encontro uma sugestão mais racional, mais apropriada que o caminho imaginado por mim. Também costumo ouvir com empatia os pedidos e solicitações grandes ou pequenas, que fazem parte do dia a dia da nossa civilização. Sei dizer não, mas quando o faço tenho argumentos convincentes. Sim, tem quem tente se aproveitar ou abusar, mas só quem não entende que ser “bom como o pão” (expressão italiana) não chega a ser sinônimo de ingenuidade. Diplomacia, sim. Servilismo, não. Já o escritor Gore Vidal prefere deixar a diplomacia de lado: No final de uma longa entrevista respondeu à pergunta do apresentador sobre o que mais o impressionara do povo italiano. Vidal, que acabara de vender a casa que possuía na Toscana onde se refugiava para escrever, pediu desculpas pela falta de criatividade e preferiu parafrasear Jacques Chirac: “Governar um povo tão individualista como o italiano não é impossível. É inútil.”
Generalizações à parte, a verdade é que esse tipo de pessoa existe em todo lugar. O que não deixa de ser uma má notícia para os meus planos de ir-me embora pra Passárgada ou outro lugar onde só existam pessoas boas como o pão, afáveis e sorridentes. Essa impossibilidade de escapar é o que me obriga a tentar desvendar tal hábito para poder conviver, que mudar o mundo só aos 16 anos.
No caso italiano trata-se da cultura de ganhar no grito, que é diferente do caso brasileiro, por exemplo, no qual aos jovens é incentivada a arrogância e má educação. Pessoas que tentam impor o próprio ponto de vista não costumam dialogar com ninguém, conhecem apenas o monólogo. Normalmente um monólogo insistente. Observando com atenção, descobri que a grande maioria usa o “não” como defesa da própria insegurança e, na maioria das vezes, tenta convencer a si mesmo. Claro que existe uma minoria convicta, capaz de usar a cabeça não apenas para separar as orelhas, que deve ser ouvida. Mas estamos tratando de generalizações, ou não seria possível inserir a Filosofia nesse texto, mesmo tendo distorcido o significado da Dialética.
Tenho pensado muito em abandonar a diplomacia ao tratar com quem tem um “não” sempre engatilhado, mesmo quando a arrogância não é presente. Ou devo aprender a respirar melhor e relaxar?
Sempre preferi ser diplomático e ponderar sobre as ideias divergentes das minhas. Vez ou outra descubro-me equivocado ou encontro uma sugestão mais racional, mais apropriada que o caminho imaginado por mim. Também costumo ouvir com empatia os pedidos e solicitações grandes ou pequenas, que fazem parte do dia a dia da nossa civilização. Sei dizer não, mas quando o faço tenho argumentos convincentes. Sim, tem quem tente se aproveitar ou abusar, mas só quem não entende que ser “bom como o pão” (expressão italiana) não chega a ser sinônimo de ingenuidade. Diplomacia, sim. Servilismo, não. Já o escritor Gore Vidal prefere deixar a diplomacia de lado: No final de uma longa entrevista respondeu à pergunta do apresentador sobre o que mais o impressionara do povo italiano. Vidal, que acabara de vender a casa que possuía na Toscana onde se refugiava para escrever, pediu desculpas pela falta de criatividade e preferiu parafrasear Jacques Chirac: “Governar um povo tão individualista como o italiano não é impossível. É inútil.”
Generalizações à parte, a verdade é que esse tipo de pessoa existe em todo lugar. O que não deixa de ser uma má notícia para os meus planos de ir-me embora pra Passárgada ou outro lugar onde só existam pessoas boas como o pão, afáveis e sorridentes. Essa impossibilidade de escapar é o que me obriga a tentar desvendar tal hábito para poder conviver, que mudar o mundo só aos 16 anos.
No caso italiano trata-se da cultura de ganhar no grito, que é diferente do caso brasileiro, por exemplo, no qual aos jovens é incentivada a arrogância e má educação. Pessoas que tentam impor o próprio ponto de vista não costumam dialogar com ninguém, conhecem apenas o monólogo. Normalmente um monólogo insistente. Observando com atenção, descobri que a grande maioria usa o “não” como defesa da própria insegurança e, na maioria das vezes, tenta convencer a si mesmo. Claro que existe uma minoria convicta, capaz de usar a cabeça não apenas para separar as orelhas, que deve ser ouvida. Mas estamos tratando de generalizações, ou não seria possível inserir a Filosofia nesse texto, mesmo tendo distorcido o significado da Dialética.
Tenho pensado muito em abandonar a diplomacia ao tratar com quem tem um “não” sempre engatilhado, mesmo quando a arrogância não é presente. Ou devo aprender a respirar melhor e relaxar?
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comparando
Wednesday, November 10, 2010
Pronúncia italiana – fale italiano
Algumas pessoas me escrevem pedindo dicas sobre a Itália, sobre o mercado de trabalho e a atual situação econômica italiana. Procuro responder cada e-mail deixando claro que o país atravessa um período difícil, ainda que transitório [espero]. Forneço - na medida do possível - as informações solicitadas sem dar muito palpite. Afinal, cada um é dono da própria vida e o destino de cada um é o que cada um faz dele.
Uma das poucas sugestões que dou a todos é de dominar bem a língua. O problema é que há quem não dê a devida importância a essa sugestão e quando chega aqui paga o preço de tal decisão. Vir passear na Itália sem falar italiano não será um transtorno, mas se a intenção for ficar por aqui, trabalhar ou estudar, falar - e bem - a língua é fundamental.
E para treinar o próprio italiano é preciso falar, falar e falar. Abrir a boca e ouvir o italiano que sai dela, confrontá-la e, se necessário, corrigir. No You Tube pode-se encontrar muito material para ser utilizado com fins didáticos. Clique em um vídeo do Gerry Scotti, que apresenta o programa "Chi Vuol Essere Milionario?" e ouça cada frase dele, dê uma pausa no vídeo, repita a frase ouvida em voz alta e confronte com a pronúncia dele. Retorne ao ponto do início da frase, ouça novamente e procure prestar muita atenção na pronúncia de cada letra, confronte com a sua fala e corrija, se precisar. Também é possível ouvir a pronúncia de cada palavra ou de um texto no link na barra lateral à direita sob a voz "A Pronúncia Italiana". Escreva uma palavra no quadro "Scrivi la voce" ou ouça e leia um texto escolhendo entre os diversos disponíveis na voz "Leggi e ascolta l'antologia scritta e parlata".
Lembre-se de repetir sempre em voz alta, pois o importante é aprender a falar. Vá treinando e quando vier lembre-se de me avisar. Você me deve um café :)
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lição de italiano
Thursday, November 04, 2010
Sunday, October 31, 2010
Pronúncia italiana – soletrando em italiano
Tanto para começar, em italiano se diz “fare lo spelling”, quando o verbo correto é “compitare”, que evitaria o uso do auxiliar fare. Depois, ninguém mais usa e pouquíssimos conhecem tal verbo. Acontece que o verbo compitare é defectivo, pois no imperativo só existem a segunda pessoa do singular e a segunda do plural (compita tu, compitate voi). O presente do indicativo é: “io compito, tu compiti, egli compita, noi compitiamo, voi compitate, essi compitano”. O cidadão de uma certa idade não se recorda das lições de italiano e muitas vezes se complica com a conjugação dos verbos; os jovens desconhecem a existência do verbo compitare e acham figo (legal) usar termos ingleses. Assim, adotou-se o “fare lo spelling” e basta. É como se eu passasse a escrever e falar “faça o spelling desta palavra”, em vez de simplesmente “soletre esta palavra”. Sem implicações com essas interferências nas línguas vivas. É somente uma constatação da submissão cultural.
Mas na hora de soletrar restou um bastião do orgulho italiano: eles não usam o alfabeto aeronáutico internacional, como no resto do mundo (Alfa, Bravo, Charlie, Delta, Eco, Fox-troth, Golf, Hotel, Índia, Juliete, Kilo, Lima, Mike, November, Oscar, Papá, Quebec, Romeo, Sierra, Tango, Uniform, Victor, Whiskey, X-ray, Yankee, Zulu), mas nomes de cidades italianas, o que acaba complicando, pois não existem cidades italianas que iniciam por algumas letras e não há um padrão. Quem deve soletrar muito, como as telefonistas – cada vez mais raras – e agentes de viagem, acabaram consolidando algumas cidades e palavras, mas o cidadão comum normalmente se enrola.
Se você vier para a Itália e precisar soletrar o sobrenome, por exemplo, segue uma lista com as cidades e palavras mais usadas:
A come Ancona [ancóna]
B [bí] come Bergamo [bérgamo]
C [tchi] come Como [cómo]
D [di] come Domodossola [domodóssola]
E come Empoli [émpoli]
F come Firenze
G [dji] come Genova [djénova]
H [áka] come Hotel
I come Imola [ímola]
J [djêei] come Jolly [djóli]
K [káppa] come Kappa – (vai entender...) não usa nome de cidade italiana
L come Livorno
M come Milano
N come Napoli [nápoli]
O coem Otranto [ótranto]
P [pi] come Palermo
Q [ku] come Quadro, Quebec – não usa nome de cidade italiana
R come Roma
S come Siena
T [ti] come Torino, Trieste
U come Udine [údine]
V [vi] come Verona, Venezia
W [doppia vú] come Washingron [váshinton] – não usa nome de cidade italiana
Y come Yacht [iót], Yogurt [iógurt] – não usa nome de cidade italiana
Z [dzêta] come Zara [dzára], Zulu – não usa nome de cidade italiana
Por outro lado, usar o alfabeto internacional inventado pelos americanos, também é submissão cultural. Somos farinha do mesmo saco. Sim, americanos, pois usa-se “whiskey” e não “whisky”, A diferença é que whisky é aquele produzido na Inglaterra e na Escócia, enquanto whiskey designa aquele produzido na Irlanda e nos Estados Unidos. Bebendo e aprendendo. Na dúvida, prefira vinho.
Como ficaria o spelling com cidades brasileiras? …Alemãs?
Mas na hora de soletrar restou um bastião do orgulho italiano: eles não usam o alfabeto aeronáutico internacional, como no resto do mundo (Alfa, Bravo, Charlie, Delta, Eco, Fox-troth, Golf, Hotel, Índia, Juliete, Kilo, Lima, Mike, November, Oscar, Papá, Quebec, Romeo, Sierra, Tango, Uniform, Victor, Whiskey, X-ray, Yankee, Zulu), mas nomes de cidades italianas, o que acaba complicando, pois não existem cidades italianas que iniciam por algumas letras e não há um padrão. Quem deve soletrar muito, como as telefonistas – cada vez mais raras – e agentes de viagem, acabaram consolidando algumas cidades e palavras, mas o cidadão comum normalmente se enrola.
Se você vier para a Itália e precisar soletrar o sobrenome, por exemplo, segue uma lista com as cidades e palavras mais usadas:
A come Ancona [ancóna]
B [bí] come Bergamo [bérgamo]
C [tchi] come Como [cómo]
D [di] come Domodossola [domodóssola]
E come Empoli [émpoli]
F come Firenze
G [dji] come Genova [djénova]
H [áka] come Hotel
I come Imola [ímola]
J [djêei] come Jolly [djóli]
K [káppa] come Kappa – (vai entender...) não usa nome de cidade italiana
L come Livorno
M come Milano
N come Napoli [nápoli]
O coem Otranto [ótranto]
P [pi] come Palermo
Q [ku] come Quadro, Quebec – não usa nome de cidade italiana
R come Roma
S come Siena
T [ti] come Torino, Trieste
U come Udine [údine]
V [vi] come Verona, Venezia
W [doppia vú] come Washingron [váshinton] – não usa nome de cidade italiana
Y come Yacht [iót], Yogurt [iógurt] – não usa nome de cidade italiana
Z [dzêta] come Zara [dzára], Zulu – não usa nome de cidade italiana
Por outro lado, usar o alfabeto internacional inventado pelos americanos, também é submissão cultural. Somos farinha do mesmo saco. Sim, americanos, pois usa-se “whiskey” e não “whisky”, A diferença é que whisky é aquele produzido na Inglaterra e na Escócia, enquanto whiskey designa aquele produzido na Irlanda e nos Estados Unidos. Bebendo e aprendendo. Na dúvida, prefira vinho.
Como ficaria o spelling com cidades brasileiras? …Alemãs?
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